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Íctio nos peixes, sintomas e tratamentos em aquários

Veja como identificar corretamente a Ictiofitiríase,  a doença do íctio de água doce, e entenda como essa doença surge, quais são os sintomas e os métodos de tratamento para cuidar melhor dos seus peixes contra essa terrível doença.

O íctio é a doença mais comum nos aquários e uma das mais letais. Ele é causada pelo protozoário unicelular Ichthyophthirius multifiliis que se instala no corpo do peixe e nas suas brânquias para se alimentar de seus tecidos, sangue e sucos tissulares.


O íctio causa enfraquecimento fisiológico do peixe, o que reduz a sua imunidade e permite que outras infecções consigam atacar os peixes. Os peixes sem escamas com pintados, bótias e outros bagres são extremamente sensíveis à infecção de íctio, o que dificulta a recuperação desse tipo de peixe infectado.


Muitas aquarista associam o frio ao melhor desenvolvimento do íctio devido ao fato de geralmente os peixes pegarem íctio no inverno, mas isso não é verdade. O íctio se desenvolve melhor em temperaturas por volta de 25°C, porém, durante o inverno, os peixes tropicais quando sem aquecimento ou por passarem por variações de temperatura tendem a estressar, facilitando assim a infecção com esse protozoário.


Leia aqui nossos texto sobre o estresse dos peixes e entenda o que estressa os peixes porque os peixes ficam mais susceptíveis a doenças quando estressados.


Prevenir é melhor que remediar


Antes de dar continuidade ao nosso texto sobre o íctio, vamos frisar mais uma vez que prevenir é sempre melhor que remediar. Mantenha a excelente qualidade de água do seu aquário com boa circulação, boa filtragem, boa limpeza dos seus filtros, sem variações de temperatura, sem contaminantes, com fauna compatível, sem formas de estresse, com alimentação de altíssima qualidade.


Você mantendo seu aquário em ótimas condições diminui grandemente a probabilidade dos seus peixes contraírem qualquer doença.


Ciclo de Vida do íctio


O íctio possui um ciclo de vida bastante simples e é entendendo é ciclo que podemos tratar corretamente nossos peixes de forma simples quando identificado com antecedência.

Os 4 principais estágios da vida do íctio são:


  • Trofozóito:   É a fase adulta do íctio onde ele se alimenta. Quando o íctio começa começa a se alimentar ele aumenta até 3000 vezes de tamanho!

  • Tomonte: Fase em que o íctio adulto se solta do peixe hospedeiro, se encapsula e começa a se dividir. O Tomonte se adere nas plantas, substratos, pedras ou qualquer outro objeto.

  • Tomite: Íctio após a divisão do Tomonte.

  • Teronte: Forma móvel e infecciosa do íctio que sai do tomonte e procura um hospedeiro.  Um único trofozóito pode produzir mais de 1000 terontes, o que explica a rápida disseminação da doença em todo o aquário.    

                                                                   

A imagem abaixo representa as fases do íctio sendo: a) fase de trofozóito b) fase de tomonte c) fase de tomite e teronte.

Fonte :Noga, Edward J. Fish disease: diagnosis and treatment. John Wiley & Sons, 2011.

Ainda sobre a temperatura da água, o tempo de duração do ciclo de vida do íctio é maior quanto menor for a temperatura. Em temperaturas menores que 10°C, o ciclo de vida do íctio demora um mês ou mais; à 15°C o ciclo de vida do íctio dura cerca de 10 dias e entre 15°C e 25°C o ciclo de vida do íctio dura entre 3 e 6 dias.


Sintomas da infecção por íctio


O principal sintoma da infecção por íctio são pequenos nódulos brancos que podem ir de 0,1mm até 1mm de diâmetro nas guelras e corpo do peixe. Mesmo que o íctio seja um protozoário unicelular, devido aos fluidos do peixe que ele absorve, ele pode chegar a 1mm!


O íctio adulto em si é translúcido, porém uma série de fungos se aproveitam dos ferimentos causados pelo íctio e se justam ao ferimento fazendo com que seja possível ver o local onde o íctio está aderido.


Os nódulos também podem estar conectados uns aos outros ou isolados.


A imagem abaixo mostra dois peixes infectados por íctio. A imagem da esquerda com o peixe fora d’água mostra bem os nódulos levemente protuberantes e a imagem da esquerda mostra um bagre filhote com uma infecção severa por íctio.

Fonte:Noga, Edward J. Fish disease: diagnosis and treatment. John Wiley & Sons, 2011.

Efeitos da infecção por íctio nos peixes


O principal efeito da infecção por íctio nos peixes são os danos nos tecidos durante a fase em que ele está como parasita. Ás vezes, a entrada e a saída do protozoário do corpo do peixe pode causar ferimentos muito severos sendo até mais nocivo que o dano causado durante a alimentação do protozoário.


Além do dano causado diretamente pelo próprio íctio, os ferimentos podem servir de porta de entrada para infecções secundárias.


Quando o ferimento é causado nas guelras pode interferir seriamente na troca gasosa e iónica do peixe infectado.


 Peixes que tiveram uma infecção pesada por íctio raramente sobrevivem, mesmo com tratamento. O íctio é uma das doenças mais letais do aquarismo.


Tratamentos do íctio


Para um tratamento eficaz é necessário o diagnóstico rápido no início da infecção e começar o tratamento imediatamente. Junto com o tratamento recomendamos uma alimentação rica em vitaminas (você pode suplementar com vitamina para criança ou animais facilmente encontradas em farmácias ou veterinárias, basta misturar um pouco à ração antes de colocar no aquário).


O extrato de alho ajuda no combate à várias infecções, mas não encontramos nenhuma confirmação que o extrato de alho na alimentação ajuda no combate ao íctio, apenas o extrato de alho dissolvido na água à concentração entre 117mg/l e 570mg/l. É preciso ficar atento a isso que o extrato de alho não pode ser cozido, já que o calor desnatura a alicina, princípio ativo do alho.


A vitamina C suplementada na ração é comprovadamente uma ajuda na recuperação das infecções por íctio. 


A fase teronte do íctio é a mais susceptível a todos os tratamentos, logo é indicado aumentar a temperatura do aquário em qualquer tratamento para um intervalo entre 24°C e 26°C. Faça esse aumento gradual para não causar um choque térmico no peixe. Fazendo isso você acelera o ciclo de vida do peixe, melhorando a eficiência do tratamento.


O tratamento, qualquer que seja, não deve ser interrompido mesmo que os peixes não apresentem mais nenhum sinal do parasita. O tempo de segurança indicado deve ser cumprido.


Uma forma de ajudar a controlar a doença é sifonar diariamente o aquário, se possível mais de uma vez ao dia. Ao sifonar o aquário, você remove possíveis cistos antes de se transformarem em terontes e se espalharem pelo aquário.  O íctio ao soltar do peixe para se dividir sobrevive apenas 30 horas se não encontrar outro hospedeiro.


Não deve haver carvão ativado no aquário durante o tratamento com medicação pois o carvão ativado sequestra o medicamento da água.


Existem uma série de tratamentos com diversos graus de eficácia, sendo os melhores apresentados a seguir:


Aumente de temperatura para uma faixa entre 30°C e 32°C por 10 dias


Se os peixes do seu aquário puderem tolerar uma temperatura entre 30°C e 32°C faça isso por 7 dias após o íctio não ser mais visto nos peixes (geralmente são 3 dias para o íctio se soltar do peixe e mais 7 dias para o teronte não se desenvolver). O íctio não consegue completar seu ciclo divido nessa faixa de temperatura.


Caso seja possível é melhor deixar por ao menos 15 dias em alta temperatura.


Esse método de tratamento não interrompe os parasitas que estão no peixe, apenas evita que os terontes consigam se desenvolver. É preciso ficar atento que com um aumento de temperatura promove o aumento do metabolismo de outros microrganismos patogênicos e também pode estressar o peixe, induzindo outras infecções também perigosas.


Infelizmente existem variações do íctio que não interrompem seu ciclo em altas temperaturas, logo esse tratamento não é 100% eficaz.


Banho prolongado em formalina


ATENÇÃO: Qualquer tratamento com formalina só deve ser feito por aquaristas experientes devido a ser volátil e irritante e por não poder ter contato com a pele das pessoas.

Recomendamos o uso desse tratamento por pessoas que saibam manusear esse tipo de produto.

O tratamento com banho prolongado em formalina é bastante usado e com grande chance de sucesso em 3 tratamentos em dias seguidos na temperatura média de 25 graus para matar os terontes.


A concentração de formalina a ser usada é de 15ppm a 25ppm por dia durante 3 dias.   Faça trocas parciais de água de 50% em dias alternados.


Algumas variações do íctio podem ser resistentes à formalina, sendo necessário outro tratamento.


Considerações e informações sobre o uso da formalina:


  • Cada 5 mg/litro de formalina remove 1 mg/litro de oxigênio dissolvido, logo o aquário deve estar com grande circulação e oxigenação.

  • A formalina tem um poder bactericida que vai de leve a moderado, logo, antes do tratamento, remova seu filtro do aquário. Utilize um filtro emergencial com zeolita ou outra forma de controle de amônia caso seja necessário.

  • A formalina é algicida.

  • Formalina pode ser muito irritante para as guelras dos peixes e depende das condições químicas da água. A formalina é mais tóxica em água moles e macias do que em águas duras e alcalinas, logo, em água ácidas e mole use próximo da concentração mínima indicada de formalina.

  • A formalina é extremamente nociva a certos peixes, principalmente a peixes cartilaginosos, logo não deve ser usadas em tratamentos de arraias. O melhor a fazer um ensaio para testar a toxicidade da formalina em peixes que não encontrar testes na literatura.

  • A formalina não é indicada em casos de peixes recém transportados ou com feridas no corpo.

  • A formalina deve ser estocada ao abrigo da luz e refrigerada a 4°C para evitar a formação de paraformaldeído que é muito tóxico aos peixes. 

  • A formalina interfere na precisão dos testes de amônia usados em aquário.

  • A formalina é tóxica para plantas. Caso estas estejam presentes no aquário é preciso que sejam retiradas antes do tratamento.

Banho prolongado em formalina e verde malaquita


 A associação de formalina e verde malaquita é muito mais potente que a formalina sozinha e pode ser usado em casos de infecções mais graves.

Deve-se levar em consideração os efeitos e características da formalina e do verde malaquita em conjunto.


A concentração de formalina nesse tratamento é de 15ppm a 25ppm e a de verde malaquita é de 0,1mg por litro durante 3 dias seguidos. Faça trocas parciais em dias alternados. Não esqueça de considerar o efeito da formalina em relação ao pH e dureza da água para a concentração da formalina.


Informações sobre o verde de malaquita:


  • O verde de malaquita é tóxico para tetras, bagres e bótias, logo a concentração deve ser reduzida à metade. Há muito pouco material sobre o efeito do verde malaquita sobre essas espécies.

  • Alguns peixes de couro não toleram o verde de malaquita entre essas espécies encontram-se o ituí-cavalo. Antes de usar em um peixe de couro, procure se há testes desse tratamento feito na sua espécie de peixe.

  • Peixes da família Centrarchidae são susceptíveis ao verde de malaquita e não deve ser usados com peixes dessa espécie.

  • O verde de malaquita adere nos tecidos orgânicos e nos objetos, principalmente no plástico. 

  • Após o tratamento com verde de malaquita um filtro com carvão ativado deve ser usado por ao menos 2 dias para remover o verde malaquita do sistema.            

  • O verde malaquita foi proibido no mundo todo para tratamentos de peixe de corte devido ao fato dele acumular nos tecidos e poder causar câncer se ingerido, mas ainda é permitido seu uso para o tratamento de peixes ornamentais.

  • Remova o sistema de filtragem durante o tratamento para evitar danos à microbiologia do filtro.

  • Mantenha o sistema bem arejado devido a formalina e para evitar irritação nas guelras dos peixes pelo verde malaquita.

Banho prolongado em sulfato de cobre


O tratamento com sulfato de cobre é o mais indicado no caso dos lagos ornamentais devido a ser barato, mas também pode ser usado em aquários dependendo da situação. O tratamento com sulfato de cobre é indicado apenas em aquários e lagos de moderada a alta reserva alcalina devido ao fato do sulfato de cobre ser mais tóxico em águas com baixa alcalinidade do que em água com alta alcalinidade.

Para determinar a quantidade de sulfato de cobre a se usar no tratamento do seu aquário de lago basta fazer o teste de alcalinidade. Use um teste de máxima precisão que puder. A concentração de sulfato de cobre a se manter no tratamento em mg por litro é a concentração da alcalinidade da água em mg por litro dividido por 100.


Logo, se o teste deu uma alcalinidade de 100mg por litro, a concentração de sulfato de cobre a ser mantida é de 1mg por litro.


Em águas com alcalinidade superior a 250mg por litro o sulfato de cobre tende a precipitar em carbonato de cobre.


Em casos de tratamentos em até 1mg por litro de sulfato de cobre nós da Aquários Sobrinho nunca tivemos problemas com o filtro biológico. Devido à variação de toxicidade do cobre em relação à alcalinidade da água, ainda assim é recomendado a remoção do filtro nos primeiros 3 dias de tratamento. 


Banho prolongado em sal

Muitos estudos indicaram que o íctio não sobrevive a salinidades de 1ppt (part per thousand, em inglês) que corresponde gramas por quilo de água. Essa quantidade de sal dissolvido na água pode ser usado inclusive como prevenção de uma série de parasitas caso os peixes suportem essa salinidade por longo prazo.


É muito importante frisar que sal não é simplesmente sal de cozinha! A questão do sal vai muito além do cloreto de sódio.


Num tratamento no aquário é muito melhor que se use um sal balanceado com outros minerais importantes como cálcio, magnésio e potássio, por isso, nesse caso, é melhor usar o sal sintético marinho que é balanceado com vários minerais do que o sal de cozinha. Na falta do sal marinho ou no tratamento com adição de mais de 2 gramas de sal por litro de água  deve-se dar preferência ao sal sem iodo do que ao sal iodado comum.


Aumentar a salinidade também ajuda a aliviar o estresse osmótico causado pelos danos na pele do peixe, mas se feito de maneira excessiva pode ser nocivo ao peixe. 


Assim como nos outros tratamentos, algumas variedades do íctio podem ser resistentes à salinidade de 1 grama por litro, sendo necessário nesses casos um tratamento com até 5 gramas de sal por litro. Poucos são os peixes que toleram essa salinidade de 5 gramas de sal por litro, sendo os principais as poecílias (essas toleram até cerca de 35 gramas de sal por litro se devidamente aclimantadas) e as carpas. No geral, o tratamento deve ser feito com 2 gramas de sal por litro de água.


É preciso lembrar que a adição de sal deve ser gradual, ainda mais se for uma grande quantidade. Aumente no máximo 2 gramas de sal por litro de água por dia!


Peixes como os bagres, coridoras e cascudos são sensíveis ao sal podendo ter efeitos negativos nesses peixes. Algumas plantas também são sensíveis ao efeito da salinidade, principalmente onde não há substrato fértil.


Veja aqui o nosso texto sobre a salinidade nos aquários!


Uso de lâmpada ultravioleta


Os terontes são mortos pela luz ultravioleta a uma intensidade de 91900 microWatts por centímetro, uma quantidade considerável de radiação se considerado o uso para combater algas unicelulares que tem uma necessidade de 4 a 5 vezes menor que essa.


A lâmpada UV não é efetiva para controlar o íctio. Se alguém falou que é, está profundamente enganado. Não é só por ter UV no aquário que vai se ver livre de doenças.

Em caso de grandes baterias onde se faz a quarentena de muitos peixes, a UV pode ser útil para evitar que a água que passe de um tanque para outro leve os terontes e infecte novos peixes, mas para que isso funcione é preciso que a o reator UV seja calculado de maneira correta, esteja funcionando corretamente e a que apenas a água que passe reator saia do aquário com os peixes infectados com íctio para o tanque de não infectados. 


Muito importante lembrar que não se deve usar UV junto com a medicação sob o risco da radiação ultravioleta destruir o princípio ativo do medicamento.


Veja aqui nosso texto sobre o reator ultravioleta!

Veja aqui o nosso texto sobre alguns mitos sobre o reator ultravioleta!


Banho com toltrazurila


O único químico que se tem notícia com poder de afetar a fase de trofozóito do íctio, aquele em que ele está aderido no peixe ainda, é com a toltrazurila em banhos de 4 horas por 3 dias seguidos numa concentração de toltrazurila de 10mg por litro de água.


A toltrazurila pode ser encontrada em lojas de veterinária ou agropecuários com o nome de Baycox.

Esse é um tratamento pouco usual que nós da Aquários Sobrinho nunca utilizamos e encontramos ele apenas na literatura.


Como lidar com a perda total


Em muitos casos, principalmente entre aquarista inexperientes, acontece a morte de todos os peixes do aquário por causa do ictio. Quando isso acontece o melhor a se fazer é lavar todo o aquário, equipamentos e ornamentação e deixar secar bem. Todas as fases do íctio não sobrevivem à secagem total.


A secagem total pode ser complicada em muitas situações, logo pode ser preciso tratar os equipamentos e ornamentação com sulfato de cobre ou cloro. Lembrando que é preciso não deixar vestígios de cloro depois, seja lavando bem em água corrente e secando ou usando anticloros.


Caso tenha plantas, o melhor procedimento é o primeiro tratamento que indicamos de aumentar a temperatura acima de 3°C. Sem peixes, após 7 dias de tratamento, não haverá mais risco de uma nova contaminação. O banho em sulfato de cobre também pode ser usado para desinfetar as plantas.


Considerações finais


Todos os tratamentos aqui apresentados são encontrados em manuais de veterinária do mundo todo e são regularmente utilizados no manejo de peixes no mundo todo. Como dissemos muitas vezes ao longo do texto, nem todo tratamento pode ser eficaz em todos os casos, algumas variações de adaptação do íctio o torna mais ou menos resistente aos tratamentos existentes.


Fora o tratamento com toltrazurila, todos os outros nós já utilizamos com bastante sucesso ao longo desses anos de aquarismo.


Alguns desses tratamentos podem ser viáveis no aquário principal dependendo do conjunto fauna, flora e até mesmo capacidade de manter a amônia e nitrito em níveis baixos durante o tratamento.


Em casos de aquários com muitas rochas e ornamentação ou mesmo de aquários muito grandes fica praticamente impossível separar os peixes doentes dos saudáveis, logo o tratamento em aquário hospital fica inviável. Cabe ao aquarista tomar a decisão de qual tratamento e de como usá-lo.


Existem espécies de peixes sensíveis a cada tratamento, o aquarista deve buscar na literatura científica os peixes que tem em seu aquário e ver se já houve relatos de tratamentos dessas espécies com o método escolhido. Para isso basta digitar o nome científico do peixe do Google Acadêmico junto com o tratamento. É mais provável de encontrar respostas em inglês do que em português.


Use as informações contidas aqui nesse texto com atenção e seriedade. Estamos à disposição para toda dúvida sobre esse assunto.


Referências Bibliográficas

Noga, Edward J. Fish disease: diagnosis and treatment. John Wiley & Sons, 2011.

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